A edificação, cujo terreno fora anteriormente a área do Forte Augusto (1734), foi erguida em 1908 para a instalação da Escola de Aprendizes Marinheiros, inaugurada em 1909.
Por ..:: Renato Marchesini: Historiador com pós-graduações em História do Brasil (Contemporânea, Indígena e Afro-brasileira), História da América, Arqueologia e Patrimônio.

Em 1931, a antiga escola cedeu lugar à Escola de Pesca, que começou a ganhar sua identidade museológica em 1942. Foi nesse ano que o museu incorporou sua peça mais icônica: o esqueleto de uma baleia-fin (Balaenoptera physalus) com 23 metros de comprimento, que havia encalhado na cidade de Peruíbe.
🏛️ Um Patrimônio Histórico Tombado
O prédio é um marco arquitetônico e cultural, sendo oficialmente tombado pelo CONDEPHAAT em 07 de abril de 1998. Após passar onze anos fechado para restauração, o museu foi devolvido à sociedade com uma grande solenidade no mesmo ano de seu tombamento, preservando a memória marítima da região.
🧪 Ciência e Educação no Litoral
No mesmo complexo funciona o Instituto de Pesca, consolidando-se como a primeira instituição de pesquisa científica da Baixada Santista. O museu não é apenas um local de exposição, mas um centro de conhecimento que abriga um acervo especializado na fauna marinha, além de contar com uma Ala Lúdica projetada especialmente para o público infantil.
⚓ O Circuito dos Fortes
Além de sua importância biológica e educacional, o Museu de Pesca carrega um valor estratégico histórico. Por estar situado no local do antigo Forte Augusto, ele é peça fundamental do Circuito dos Fortes, roteiro que preserva as antigas fortificações de defesa da costa brasileira.
💬 Espaço do Leitor: 🔰 Você já teve a oportunidade de ver de perto o gigante esqueleto de baleia do Museu de Pesca ou prefere as exposições lúdicas sobre o fundo do mar? 🔰


