Ana Arcanjo, nascida em Santos (SP), foi membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e nos ensina algo mais do que a desconhecida introdução do Hino Nacional.
..:: História e Composição do Hino Nacional Brasileiro
- Autoria: Música de Francisco Manuel da Silva (1795–1865) e letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870–1927).
- Arranjos Oficiais: Orquestração de Antônio Assis Republicano, instrumentação para banda do tenente Antônio Pinto Júnior e adaptação vocal de Alberto Nepomuceno. É proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais.
- Oficialização: Definido pela Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971 (publicada no Diário Oficial em 2 de setembro de 1971).
..:: Evolução Histórica
- 1831: A música foi composta inicialmente para banda por Francisco Manuel da Silva, popularizando-se com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I.
- Segundo Reinado: Durante a coroação de Dom Pedro II, a letra foi trocada e a composição passou a ser considerada o hino nacional informal devido à aceitação popular.
- Proclamação da República: Um concurso elegeu uma composição de Leopoldo Miguez para novo hino. Diante de protestos populares, o presidente Deodoro da Fonseca manteve a música de Francisco Manuel da Silva como Hino Nacional e destinou a obra de Miguez ao Hino da Proclamação da República.
- 1922: Durante o centenário da Independência do Brasil, a letra escrita por Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se finalmente oficial.
..:: Protocolo e Uso do Hino
- Execução Obrigatória (Continência): À Bandeira Nacional, ao Presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, além de ocasiões previstas pelos regulamentos de cortesia internacional.
- Uso Permitido: Abertura de sessões cívicas, cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais.


