No Brasil, a vasta biodiversidade inclui serpentes de diferentes comportamentos e toxicidades. Quando falamos de acidentes ofídicos de importância médica, precisamos concentrar nossa atenção em quatro grupos específicos de serpentes peçonhentas. Conhecê-los é o primeiro passo para a prevenção e para a busca rápida por ajuda profissional.
Conteúdo elaborado por Renato Marchesini, Biólogo e Mestre em Ciências.
Ilustrações de Márcia Bacovis.

..:: Por que a identificação é vital?
Embora o gênero Bothrops seja responsável pela grande maioria dos acidentes, é importante destacar que a gravidade varia drasticamente entre os grupos. Enquanto as jararacas causam acidentes com alta frequência, grupos como o Crotalus (cascavéis) e o Micrurus (corais) apresentam riscos específicos que exigem protocolos de tratamento distintos.
⚠️Importante: Em caso de acidente ofídico, não perca tempo com curativos caseiros ou torniquetes. O atendimento deve ser realizado imediatamente em um serviço de saúde especializado, onde será administrado o soro antiofídico específico para o gênero da serpente causadora do acidente. O tempo é o fator determinante para o sucesso do tratamento e a recuperação do paciente.
Este material foi elaborado para desmistificar o comportamento das serpentes e orientar sobre a importância do atendimento médico rápido.
⁉️Olhando o mapa de distribuição do nosso infográfico, qual dessas serpentes é a que você mais costuma ouvir falar (ou até ver) na sua região? Deixe seu relato nos comentários, isso ajuda a mapear a curiosidade de quem nos acompanha!


