A publicação do artigo científico “Turismo de Base Comunitária: Relações de Hospitalidade entre os Stakeholders da Atividade Turística” na Revista Caribeña de las Ciencias Sociales, vinculada à plataforma acadêmica EUMED.NET, representa uma conquista importante para a trajetória de Renato Marchesini e para a valorização do turismo comunitário como campo de estudo, planejamento e atuação profissional.
Por ..:: Renato Marchesini / Bacharel em Turismo, Historiador, Geógrafo e Biólogo, com Pós-Graduação em Ecoturismo, Zoologia, Gestão Pública, Gestão em Projetos, RH e Projetos Sociais, Gestão Educacional, Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia, Direitos Humanos, História do Brasil (Contemporânea, Indígena e Afro-brasileira), História da América, Arqueologia e Patrimônio e Mestre em Ciências.
🌎 Mais uma conquista acadêmica para o turismo comunitário
A publicação de um artigo científico em uma revista acadêmica internacional representa o reconhecimento de um trabalho que une pesquisa, conhecimento técnico, experiência profissional e atuação direta nos territórios turísticos. Para Renato Marchesini, essa conquista integra uma trajetória dedicada ao desenvolvimento do turismo, com atenção especial ao turismo de base comunitária, à valorização cultural e à participação das comunidades na construção de experiências turísticas responsáveis.
O trabalho acadêmico também demonstra a importância de aproximar a produção científica da realidade encontrada em campo, contribuindo para ampliar o debate sobre as relações humanas, a hospitalidade e a organização da atividade turística.
📚 O artigo publicado na Revista Caribeña de las Ciencias Sociales
O artigo intitulado “Turismo de Base Comunitária: Relações de Hospitalidade entre os Stakeholders da Atividade Turística” foi publicado em outubro de 2017 na Revista Caribeña de las Ciencias Sociales, periódico identificado pelo ISSN 2254-7630.
A publicação foi registrada em documento emitido em Málaga, na Espanha, em 11 de outubro de 2017, assinado pelo diretor da EUMED.NET e editor da revista, Juan Carlos Martínez Coll.
O documento de comprovação informa que o artigo possui oito páginas em formato PDF e identifica seus autores: Aristides Faria Lopes dos Santos e Renato Marchesini.
🔗 Acesse a publicação original:
http://www.eumed.net/rev/caribe/2017/10/hospitalidad-actividad-turistica.html
🔗 Portal da revista:
http://www.eumed.net/rev/caribe/index.html
🤝 Turismo de Base Comunitária: a comunidade como protagonista
O Turismo de Base Comunitária (TBC) propõe uma forma de organizar a atividade turística que valoriza a participação dos moradores, os conhecimentos tradicionais, a identidade cultural e o protagonismo das comunidades na gestão de suas experiências e iniciativas turísticas.
Diferentemente de modelos nos quais as decisões e os benefícios ficam concentrados em agentes externos, o turismo comunitário busca criar condições para que os próprios territórios participem das decisões sobre como receber visitantes, apresentar seus modos de vida e compartilhar seus patrimônios culturais e naturais.
Essa abordagem envolve aspectos fundamentais, como:
- Protagonismo comunitário: participação efetiva dos moradores no planejamento e na tomada de decisões.
- Valorização cultural: reconhecimento dos saberes, das tradições, da memória e das identidades locais.
- Distribuição de benefícios: busca por oportunidades econômicas que contribuam para o desenvolvimento do território.
- Responsabilidade socioambiental: respeito aos ecossistemas, às práticas culturais e aos limites locais.
- Organização turística: planejamento das experiências, qualificação dos serviços e articulação entre os participantes.
Nesse contexto, a pesquisa acadêmica contribui para compreender como as relações entre os diferentes envolvidos podem favorecer experiências turísticas mais responsáveis, acolhedoras e conectadas à realidade das comunidades.
🏡 Hospitalidade e relações entre os participantes da atividade turística
A hospitalidade é um elemento essencial para a construção de experiências turísticas significativas. Ela não se limita ao ato de receber visitantes, pois envolve relações sociais, confiança, respeito, acolhimento e reciprocidade.
No turismo de base comunitária, essas relações podem envolver moradores, lideranças locais, empreendedores, guias de turismo, gestores públicos, pesquisadores, organizações sociais, agências e os próprios visitantes.
Esses participantes são frequentemente chamados de stakeholders, termo utilizado para designar as partes interessadas ou os atores envolvidos em determinada atividade.
Compreender suas relações é importante para identificar desafios de comunicação, fortalecer parcerias e promover formas de organização que respeitem os interesses das comunidades anfitriãs.
A hospitalidade, nesse sentido, não deve ser vista apenas como um serviço comercial, mas também como uma dimensão das relações humanas que sustentam a experiência turística.
🌿 Renato Marchesini: Da pesquisa acadêmica à atuação em campo
A trajetória de Renato Marchesini destaca a aproximação entre o conhecimento acadêmico e a prática profissional do turismo. Sua atuação em diferentes frentes permite abordar o fenômeno turístico considerando não apenas os serviços oferecidos aos visitantes, mas também os territórios, as comunidades, o patrimônio, o meio ambiente e as relações sociais que tornam cada experiência única.
O trabalho com o turismo comunitário exige escuta, planejamento, articulação entre diferentes participantes e compreensão das particularidades de cada localidade. Não basta criar um roteiro e disponibilizá-lo ao mercado: é necessário reconhecer os protagonistas do território, construir relações de confiança e desenvolver experiências coerentes com a identidade e a capacidade de organização da comunidade.
É justamente nessa conexão entre pesquisa, planejamento e vivência em campo que reside a relevância de uma trajetória profissional comprometida com o desenvolvimento de iniciativas turísticas responsáveis.
A publicação de 2017 constitui um registro dessa contribuição acadêmica e reforça a importância de produzir conhecimento que dialogue com os desafios reais enfrentados pelos profissionais e pelas comunidades envolvidas na atividade turística.
🏆 Ciência, experiência e compromisso com o turismo comunitário
O reconhecimento de um trabalho científico em uma publicação internacional representa mais do que uma conquista curricular. É também uma oportunidade de ampliar o alcance das discussões sobre o turismo e contribuir para o desenvolvimento de práticas profissionais mais conscientes.
O turismo comunitário precisa ser compreendido como um processo que envolve organização social, planejamento, qualificação, valorização cultural e participação local. Para avançar, depende tanto da produção de conhecimento quanto da experiência acumulada nos territórios.
A trajetória de Renato Marchesini evidencia a importância de manter essa conexão entre a academia e o campo de trabalho, contribuindo para que o turismo seja compreendido como uma atividade capaz de gerar oportunidades, fortalecer identidades e valorizar comunidades.
Valorizar o turismo de base comunitária é reconhecer que as pessoas, suas histórias, seus conhecimentos e seus territórios devem ocupar um lugar central na construção das experiências turísticas.
📌 Informações da publicação
- Título: Turismo de Base Comunitária: Relações de Hospitalidade entre os Stakeholders da Atividade Turística.
- Autores: Aristides Faria Lopes dos Santos e Renato Marchesini.
- Periódico: Revista Caribeña de las Ciencias Sociales.
- ISSN: 2254-7630.
- Ano e mês de publicação: outubro de 2017.
- Extensão informada no documento de comprovação: oito páginas em PDF.
- Local e data do documento de comprovação: Málaga, Espanha, 11 de outubro de 2017.
- Link do artigo: http://www.eumed.net/rev/caribe/2017/10/hospitalidad-actividad-turistica.html
💬 Espaço do Leitor:
🔰 Na sua opinião, como o turismo de base comunitária pode fortalecer as comunidades locais, valorizar suas identidades culturais e promover relações de hospitalidade mais justas e sustentáveis entre moradores e visitantes? 🔰



